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TI é esperança para os jovens na pós-pandemia

Evis Fusco Elvis Fusco é presidente executivo da Asserti (Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação)
26 de maio de 2021 - 16:35

O mercado de Tecnologia da Informação vivencia uma alta na procura por profissionais da área. Em 2020, mesmo com a pandemia da Covid-19 e com o Brasil apresentando uma queda de 4,1% no PIB.

Segundo a Brasscom, o segmento de TI cresceu 7,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Espera-se que até 2024 o país chegue a um patamar de 420 mil vagas abertas no setor de TI.

Seguindo em um sentido oposto, o país tem formado 46 mil pessoas dessa área por ano, 65% menos do que deveria formar para atender às 70 mil vagas demandadas anualmente pelo mercado.

Para a Softex (Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro), a escassez de mão de obra qualificada no país pode trazer uma perda de receita para o segmento acima de R$ 100 bilhões.

No interior de São Paulo onde existem vários clusters de TI com altos níveis de maturidade e em que se concentram um maior número de empresas. Desta para Marília, Presidente Prudente, São José dos Campos, Campinas, Araçatuba, Bauru e Ribeirão Preto. E o cenário se agrava, de forma a impactar a performance de crescimento e desenvolvimento econômico dessas regiões.

O profissional de TI hoje encontra oportunidades de trabalho em todos os setores da economia, tanto no setor privado quanto no público. Incluindo ainda as empresas da indústria, do comércio e varejo, da saúde, do setor financeiro, do agronegócio, entre outros.

Assim, a concorrência por esses profissionais deixou de ser apenas entre as empresas de TI, uma vez que com a era digital, toda empresa precisou se transformar e adotar o digital em suas práticas, processos e principalmente no core business.

Segundo os especialistas em recrutamento da Michael Page, durante a pandemia da covid-19, a adoção de novas tecnologias, softwares, plataformas, sistemas, automações e máquinas têm sido necessárias para a continuidade das operações das empresas, mantendo a prestação dos serviços, atendimento ao cliente e o trabalho remoto dentro da casa dos colaboradores.

Com essa transformação digital nas organizações, a tecnologia passou a estar no centro do desenvolvimento dos negócios. A área, que antes era encarada basicamente como suporte ao negócio principal, agora é tida como investimento e desenvolvimento para o negócio.

Em publicação sobre o apagão de mão de obra do CESAR (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), no caso dos profissionais habilitados para trabalhar com inovação.

Por se tratar de uma carreira nova que exige uma qualificação ampla, mais moderna e diferenciada, a busca se tornou ainda mais acirrada. Isso porque, os primeiros profissionais dedicados a esta área estão chegando no mercado agora. São poucos e já são amplamente disputados pelas empresas.

Um exemplo disso são as empresas tradicionais e também startups, como as fintechs, healthtechs e edtechs, que viram na pandemia grande oportunidade para ampliar seus times de TI em pouco tempo, visando introduzir novas tecnologias para melhorar a experiência dos seus clientes.

Todo esse cenário pode ser visto com uma ameaça para o desenvolvimento econômico e a competitividade, não somente, das empresas de TI mas também dos outros mercados que dependem inexoravelmente de tecnologias digitais.

Por outro lado, num país com desemprego de 14,2% que atinge 14,3 milhões de pessoas, segundo o IBGE, o mercado em TI apresenta-se como uma esperança para os jovens brasileiros que buscam uma carreira com grandes oportunidades de empregabilidade e de empreendedorismo.

Elvis Fusco é coordenador do IT Cluster de Marília, especialista em educação, transformação digital, clusters empresariais e ecossistemas de inovação

Evis Fusco
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